Patrícia Ervilha

Desenvolvimento Humano e Comunicação

Certificação DGERT: 100% de Sucesso Desde 1998

Em 1998, o mundo era um lugar muito diferente. Lisboa abria as portas à Expo 98, o Google dava os seus primeiros passos numa garagem na Califórnia e o acesso à internet ainda era feito ao som do “dial-up”. Foi nesse cenário que executei o meu primeiro processo de certificação de entidades formadoras. Na altura chamava-se Inofor, hoje chama-se Dgert.

Quase três décadas depois, olho para trás e vejo um setor que se transformou por completo. Mas, no meio de tanta mudança, há um número que me orgulho de manter estático: 100% de sucesso nos processos de certificação de entidades formadoras.

A Evolução do Rigor: De 1998 a 2026

Quem trabalha na formação profissional em Portugal sabe que a certificação não é um processo administrativo estanque. Passámos por várias fases:

  • A transição do antigo INOFOR para a DGERT;
  • A implementação e evolução do sistema SIGO;
  • As sucessivas alterações nos manuais de procedimentos e guias interpretativos;
  • O aumento das exigências nos referenciais de qualidade.

Navegar nestas águas durante 28 anos deu-me uma perspectiva única. Eu não apenas “leio” os requisitos da DGERT; eu compreendo a lógica por trás de cada auditoria e de cada parecer técnico.

Consistência: Ouro em tempos de incerteza

A palavra que define o meu percurso é consistência. No mercado atual, surgem muitas soluções rápidas e consultorias de ocasião. No entanto, a certificação DGERT é o coração de uma entidade formadora — sem ela, não há acesso a financiamento público, isenção de IVA ou reconhecimento oficial no mercado.

Ter uma taxa de aprovação de 100% desde 1998 significa que, para os meus clientes, o risco de reprovação é inexistente. É a segurança de saber que o dossiê pedagógico e estrutural está blindado contra as falhas mais comuns que levam ao indeferimento.

O que aprendi com centenas de processos aprovados?

A chave do sucesso não está apenas em preencher formulários, mas sim em:

  1. Cultura de Qualidade: Ajudar a entidade a viver os processos, e não apenas a simulá-los.
  2. Antecipação: Perceber onde estão as “armadilhas” burocráticas antes de submeter o pedido.
  3. Personalização: Cada entidade tem o seu DNA; a certificação deve respeitar a identidade da empresa enquanto cumpre a norma.

Conclusão: O futuro da sua formação começa na experiência

Se a sua entidade está a iniciar o processo agora ou se precisa de garantir a manutenção da certificação atual, lembre-se: a experiência não tem atalhos. São 28 anos a resolver problemas, a ajustar estratégias e a garantir que os meus parceiros se foquem no que fazem melhor — ensinar — enquanto eu garanto a conformidade do seu negócio.

O mundo mudou muito desde 1998, mas o meu compromisso com o vosso sucesso permanece o mesmo.

(Imagem criada por mim, com IA)

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